O primeiro encontro contou com mais de sessenta mulheres interessadas e presenças de peso para palestrar

O principal objetivo do grupo é promover a inclusão efetiva de mulheres no ecossistema tecnológico, assim como estimular o empreendedorismo com mentorias e promover a efetiva contratação de mulheres por parte de empresas e startups. “Estou aqui para ajudar e mostrar que qualquer mulher em qualquer lugar do mundo pode fazer o que quiser”, afirmou Amanda.

Com menos de um mês, o coletivo já conta com mais de 100 integrantes de diversas cidades do Brasil e teve seu primeiro encontro na última sexta-feira, dia 8. Sediado em Pinheiros, ele contou com presenças de peso e palestras inspiradoras. A primeira a falar foi Bel Humberg, fundadora do OQVestir, primeiro e-commerce de moda do Brasil e mentora Endeavor. Para ela, o importante não é a mulher se fantasiar de homem para conquistar o mercado, mas ser ela mesma e promover um trabalho em conjunto.

Bel Humberg em palestra de abertura do evento

A segunda foi Rosely Cruz, advogada, empreendedora e investidora-anjo, frisou o fato: “A mulher tem que estar empoderada. A luta é nosso empoderamento!”. Além de ser sócia-fundadora do Rosely Cruz Sociedade de Advogados by “neolaw.”, Rosely tem grandes planos para o ano que vem: o lançamento de uma startup chamada GoLaw, um software jurídico modular, e um projeto que foca em incentivar o empreendedorismo feminino no Brasil.

Em seguida, Fernanda Ribeiro, cofundadora do Afrobusiness, instituição sem fins lucrativos que promove a inclusão social e econômica da população negra por meio do empreendedorismo, e da fintech ContaBlack que promove acesso a crédito e educação financeira a desbancarizados. Além de tratar temas sensíveis como a presença da mulher negra no mercado, Fernanda também alertou para a importância de se colocar no sapato do outro (uma atividade, inclusive, que foi feita ao pé da letra!).

É nessa linha que atua Claudia Pires, a quarta a falar no evento e cofundadora da startup SO+MA que fomenta hábitos empreendedores nas comunidades de periferia a partir de resíduos destinados à reciclagem. Resumidamente, a startup incentiva que as pessoas reciclem e, em troca, ganham pontos que podem ser trocados por comida.

Por falar em comida, o encontro contou com um lanchinho especial da Foodpass, startup gastronômica que atua como um marketplace, conectando clientes e mercado especializado de forma inovadora, divertida e saborosa. A fundadora, Priscila Sabará, falou sobre algumas ações que já foram realizadas, como uma sessão de cinema na qual a plateia degustava pratos de chefs renomados ao longo do filme.

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Fonte https://conteudo.startse.com.br/

Por Isabela Borrelli

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