A inteligência artificial e o futuro da escrita

Não existe ameaça e sim uma boa notícia que ajudará mais quem enxergar isso primeiro.

A inteligência artificial não escreveu este artigo. Mas ela está definitivamente em uma posição de contribuir em todas as profissões onde a externalização escrita do pensamento é necessária, da área jornalística ao mundo jurídico.

O “The Economist” publicou em 19 de Dezembro de 2017 o artigo “How soon will computers replace The Economist’s writers” escrito inteiramente por um software de inteligência artificial “treinado” por artigos anteriores da seção de ciência e tecnologia da revista.

Esse experimento ajuda a demonstrar que nem jornalistas, nem advogados, nem qualquer outra profissão será, pelo menos por ora, substituída pelo “machine learning”. “A inteligência artificial faz o trabalho de pesquisa e análise manual de um número sem precedentes de informações para que os profissionais possam focar naquilo que melhor sabem fazer”, explica o Profº Brunno Giancoli.

Se considerarmos que circuitos eletrônicos funcionam 1 milhão de vezes mais rápido do que circuitos bioquímicos, é de se concordar que a computação cognitiva funciona 1 milhão de vezes mais rápido do que o cérebro humano. Por isso, a inteligência artificial consegue realizar em uma semana o trabalho intelectual que qualquer pessoa demoraria 20 mil anos para fazer.

Desta forma, a inteligência artificial ajuda a organizar a informação, tornando os profissionais mais eficazes, em vez de substituí-los.

 

Por Terra

Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/dino/a-inteligencia-artificial-e-o-futuro-da-escrita,b73baf1593f8208e3f54b1fcce084833q2kgmxei.html

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