Sua empresa está preparada para a Inteligência Artificial?

Profissionais de marketing acreditam que a Inteligência Artificial pode fazer o que a criatividade sempre deveria fazer: gerar associação de marca positiva e aumentar as vendas

 

Lá pelos idos dos anos 1990, a separação entre criativos e equipe de mídia retratada na série Mad Men ainda era forte. Essa divisão tornou-se um abismo com o advento da mídia interativa e depois programática. Funções e departamentos de tecnologia tinham de ser criados e raramente interagiam com as “pessoas das ideias”. A criação desenvolvia para as marcas histórias que ainda eram de tamanho único. Agora, a Inteligência Artificial, ou IA, está se infiltrando no processo criativo com enormes implicações.

O machine learning, disciplina da IA que aborda as necessidades do marketing, promete superar esse abismo, ao criar experiências relevantes não apenas no que diz respeito ao comportamento demográfico e de compras de um consumidor, mas também com o tom exato e o visual apropriado para essa pessoa em tempo real. Mad Men era sobre a era da cultura e do marketing de massa. Em um mundo de evasão de anúncios e fragmentação da mídia, a Inteligência Artificial impulsiona o mecanismo que vai revolucionar a criação, oferecendo o melhor em experiências de marketing personalizadas.

Para entender melhor onde estamos em relação à IA, a Criteo encomendou à IDC uma pesquisa global com quase 500 executivos de marketing. O estudo “Can Machines Be Creative” ou “As máquinas podem ser criativas?” procurou compreender o quanto estes profissionais sabem sobre Inteligência Artificial, como este recurso vem sendo implementado em suas empresas e quais são as prioridades imediatas. E o primeiro passo nesta jornada é a personalização. Para a maioria dos entrevistados, algum nível de otimização criativa está acontecendo agora: 87% dizem que suas empresas atualmente usam tecnologias digitais para personalizar a comunicação até certo ponto. Destes, 34% afirmam que isto é feito “em grande medida”.

Mas o que exatamente vem sendo feito quando o assunto é personalização? Dos respondentes, mais da metade customiza imagens (58%) e taglines (57%). Boa parte também usa personal naming (57%) e formatação (55%). Quase metade utiliza para otimizar a criação (49%). Já 46% personalizam o call to action. Estes, inclusive, são os mais satisfeitos no que que diz respeito à efetividade. O mais importante é que mais de 30% dos entrevistados que não estão trabalhando com personalização agora, planejam fazê-lo.

O próximo passo é empregar machine learning, ou algoritmos que se tornam mais inteligentes ao longo do tempo sem programação adicional, para automatizar a personalização. A enorme quantidade de tempo que as agências perdem na criação, nos testes e otimização, pode ser poupado com estes recursos. Nesta esfera o awareness é alto, mas a implementação é baixa. Entre os participantes da pesquisa, apenas 17% afirmam não ter familiaridade com essa tecnologia, mas somente 14% já a utilizam. Diante deste quadro, podemos concluir que há muito espaço para melhorias.

Os profissionais de marketing acreditam que a Inteligência Artificial pode fazer o que a criatividade sempre deveria fazer: gerar associação de marca positiva e aumentar as vendas.

Eu acredito firmemente que a Inteligência Artificial e o machine learning também irão contribuir para uma publicidade mais eficiente, tanto no que diz respeito à postura de produção quanto ao nível de satisfação do cliente.

Então o que você precisa fazer agora?

1. Eduque sua equipe: a falta de experiência interna pode ser o seu maior impedimento para avançar. Na verdade, este foi o principal fator citado pelos executivos na pesquisa do IDC. Mantenha um dia de IA com os fornecedores presentes. Circule materiais educacionais e crie incentivos para a participação. Certifique-se de que todos os departamentos participem para que os geeks e os criativos juntos compreendam onde isso pode ser aplicado.

Lá pelos idos dos anos 1990, a separação entre criativos e equipe de mídia retratada na série Mad Men ainda era forte. Essa divisão tornou-se um abismo com o advento da mídia interativa e depois programática. Funções e departamentos de tecnologia tinham de ser criados e raramente interagiam com as “pessoas das ideias”. A criação desenvolvia para as marcas histórias que ainda eram de tamanho único. Agora, a Inteligência Artificial, ou IA, está se infiltrando no processo criativo com enormes implicações.

O machine learning, disciplina da IA que aborda as necessidades do marketing, promete superar esse abismo, ao criar experiências relevantes não apenas no que diz respeito ao comportamento demográfico e de compras de um consumidor, mas também com o tom exato e o visual apropriado para essa pessoa em tempo real. Mad Men era sobre a era da cultura e do marketing de massa. Em um mundo de evasão de anúncios e fragmentação da mídia, a Inteligência Artificial impulsiona o mecanismo que vai revolucionar a criação, oferecendo o melhor em experiências de marketing personalizadas.

Para entender melhor onde estamos em relação à IA, a Criteo encomendou à IDC uma pesquisa global com quase 500 executivos de marketing. O estudo “Can Machines Be Creative” ou “As máquinas podem ser criativas?” procurou compreender o quanto estes profissionais sabem sobre Inteligência Artificial, como este recurso vem sendo implementado em suas empresas e quais são as prioridades imediatas. E o primeiro passo nesta jornada é a personalização. Para a maioria dos entrevistados, algum nível de otimização criativa está acontecendo agora: 87% dizem que suas empresas atualmente usam tecnologias digitais para personalizar a comunicação até certo ponto. Destes, 34% afirmam que isto é feito “em grande medida”.

Mas o que exatamente vem sendo feito quando o assunto é personalização? Dos respondentes, mais da metade customiza imagens (58%) e taglines (57%). Boa parte também usa personal naming (57%) e formatação (55%). Quase metade utiliza para otimizar a criação (49%). Já 46% personalizam o call to action. Estes, inclusive, são os mais satisfeitos no que que diz respeito à efetividade. O mais importante é que mais de 30% dos entrevistados que não estão trabalhando com personalização agora, planejam fazê-lo.

O próximo passo é empregar machine learning, ou algoritmos que se tornam mais inteligentes ao longo do tempo sem programação adicional, para automatizar a personalização. A enorme quantidade de tempo que as agências perdem na criação, nos testes e otimização, pode ser poupado com estes recursos. Nesta esfera o awareness é alto, mas a implementação é baixa. Entre os participantes da pesquisa, apenas 17% afirmam não ter familiaridade com essa tecnologia, mas somente 14% já a utilizam. Diante deste quadro, podemos concluir que há muito espaço para melhorias.

Os profissionais de marketing acreditam que a Inteligência Artificial pode fazer o que a criatividade sempre deveria fazer: gerar associação de marca positiva e aumentar as vendas.

Eu acredito firmemente que a Inteligência Artificial e o machine learning também irão contribuir para uma publicidade mais eficiente, tanto no que diz respeito à postura de produção quanto ao nível de satisfação do cliente.

Então o que você precisa fazer agora?

1. Eduque sua equipe: a falta de experiência interna pode ser o seu maior impedimento para avançar. Na verdade, este foi o principal fator citado pelos executivos na pesquisa do IDC. Mantenha um dia de IA com os fornecedores presentes. Circule materiais educacionais e crie incentivos para a participação. Certifique-se de que todos os departamentos participem para que os geeks e os criativos juntos compreendam onde isso pode ser aplicado.

 

Por Alessander Firmino

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/sua-empresa-esta-preparada-para-a-inteligencia-artificial/123536/

 

 

 

Comentários

Comentários